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Sindicato dos Bancários de Paranaguá

Demissões no Santander e terceirização apavoram funcionários

24/01/2023
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Bancários vivem período de angústia e tensão por medo de cortes e terceirização no Santander. Entenda a situação! (Autor Hannah Aragão)

Os funcionários do Santander estão convivendo com os “fantasmas” da demissão e terceirização. A situação tem gerado angústia entre os bancários.

Nesse contexto, dirigentes do Sindicato dos Bancários de São Paulo afirmam que, nos últimos dias, foram registradas ao menos 15 demissões somente no centro administrativo de Santo Amaro.

Santander realiza demissões e flerta com a terceirização dos serviços
Em material publicado pelo Sindicato dos Bancários, a situação dos funcionários é relatada como um medo constante e causador de adoecimento entre os profissionais.

Ainda segundo os representantes da categoria, a empresa não tem realizado a reposição das vagas dos funcionários desligados.

“Constatamos a angústia dos trabalhadores e trabalhadoras com relação ao medo de perderem seus empregos ou ainda serem terceirizados, o que resultaria na perda de direitos históricos conquistados pela categoria bancária, uma das mais organizadas e fortes do país”, explica o dirigente sindical e bancário do Santander Roberto Paulino.

Nos últimos anos, o Banco Santander tem caminhado para a terceirização de serviços. Um dos processos que confirmou a tendência foi a criação da SX Negócios, segundo o sindicato.

A empresa do grupo tem tido papel importante na expansão do modelo terceirizado de trabalho e conta, atualmente, com 8 mil funcionários que atendem em todo o Brasil.

Sindicato
No entendimento do órgão sindical, a instituição financeira tem cada vez mais realizado a fragmentação dos serviços do bancário. Após a criação da plataforma de vendas SX Negócios, a empresa desenvolveu a SX Tools, para promover a terceirização do setor de manufatura.

Paralelamente ao movimento de terceirização, os representantes dos sindicatos relatam que o Santander opera com sobrecarga de trabalho para seus funcionários, além de metas abusivas que geram o adoecimento e o afastamento de bancários.

“Os bancos dependem de uma concessão pública para operar no mercado financeiro brasileiro. O mínimo que esperamos de uma instituição financeira estrangeira é o retorno social através da geração de empregos no país do qual o Santander obtém 27% do seu lucro mundial”, afirma a dirigente sindical Beatriz Fuganti.

“E o Sindicato continuará lutando e cobrando respeito aos trabalhadores brasileiros por meio do fim das demissões e da terceirização, por melhores condições de trabalho e pela geração de empregos”, completa. (Fonte: Seu Crédito Digital)

Notícias Feeb/PR

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